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7 dicas importantes para diversos tipos de emergências

Muitas vezes nós passamos por situações onde nós não sabemos como agir. Tendo isso em mente, devemos saber o “passo-a-passo” de como lidar com alguns tipos de momentos emergenciais. Em vários casos como desmaios ou ferimentos, pessoas não sabem como agir. Muitos agem de forma indevida ou então não sabem como ajudar.

Todos nós estamos suscetíveis a passar por essas situação. Normalmente elas surgem quando menos esperamos. Por isso estar preparado para elas é muito importante. Um exemplo disso é o que ocorre em casos como queimaduras, onde as pessoas utilizam produtos que não são indicados. Consequentemente, isso agrava o estado da pessoa ou de quem ela está ajudando.

Hoje a Fatos Desconhecidos traz para você algumas dicas para lidar com algumas situações. Bom, como diz o ditado, é melhor prevenir do que remediar. Descubra 7 dicas importantes para diversos tipos de emergências.

1 – Correntezas

Se acontecer de você cair em um um rio que possui uma forte correnteza, nunca nade contra a mesma. Para sair dessa situação, nade a favor da correnteza e em sentido das laterais do rio em diagonal. Caso, você nade contra a correnteza, provavelmente você irá se cansar e acabará se afogando.

Se por acaso isso ocorrer no mar, não volte para praia nadando em linha reta para a mesma, você será arrastado novamente para onde estava. Procure nadar paralelo a praia para escapar da corrente, vá se aproximando da costa seguindo esse sentido de nado.

2 – Sangramentos

Em casos de sangramento derivados de cortes mais profundos, o indicado é que você coloque bandagem no ferimento e pressione firmemente com a palma da sua mão o local. Ao fazer isso, já apressesse para ligar para emergência o mais rápido possível.

No caso de um sangramento arterial, o indicado é que se aplique a bandagem bem firme. Aplique pressão no machucado e dobre o braço ou perna da pessoa para cima. É importante também apertar bem firme a arterial da pessoa de forma a fazer pressão e diminuir o sangramento. Chame a emergência imediatamente.

Deve-se lembrar que o uso de torniquete não é aconselhável por mais de uma hora, se você mora em regiões frias, esse tempo cai para 30 minutos. Caso o mesmo venha ser usado, como recurso final, o profissional que o atender deve ser informado sobre o tempo que o torniquete foi posto ali.

3 – Queimaduras

Para tratar queimaduras mais leves, basta você colocar o local embaixo de um fluxo de água. Deixe por 10 a 15 minutos, depois use uma bandagem. No caso de queimaduras por ácidos, deixe o local da queimadura em baixo d’água por 10 a 15 minutos. Após isso, aplique um solução neutralizadora (Sabão ou Bicarbonato de sódio + água). Coloque a bandagem esterilizada bem folgadamente.

No caso de queimaduras com alcalinos, siga os mesmo passos da queimadura por ácidos, porém lembre de limpar o local e se livrar da substância na região antes de colocar a queimadura embaixo d’água. Em todos os casos, não utilize de gelo, óleos, cotonetes de algodão ou iodo. Se a queimadura for por alumínio ou Cal, não utilize água de forma alguma.

4 – Incêndios

Em caso de incêndio, ande sempre abaixado para você inalar o menos possível de fumaça, dessa forma tente sair do local o mais rápido possível. Não se deve tentar apagar o fogo de eletrodomésticos usando água e de forma alguma se esconde do fogo em qualquer lugar da casa. É importante lembrar que não se deve abrir as janelas nessas situações.

7 – Desidratação

Em caso de desidratação, não basta simplesmente tomar água para se reidratar. Pode se fazer uma solução hidratante utilizando 1 litro de água, 1 colher de chá de sal, 2 colheres de açúcar e uma colher de chá de bicarbonato de sódio. Outra receita para lidar com esse problema é usando suco de laranja, meia colher de chá de sal, uma colher de chá de bicarbonato de sódio, isso diluído com água para fazer um 1 litro do líquido.

6 – Hipotermia

Em casos de hipotermia, o que as pessoas costumam fazer é colocar a pessoa em uma banheira com água quente, contudo, isso não deve ser feito. O melhor a se fazer é cobrir a pessoa com cobertores para que se aqueça ali dentro e dar a ela um bebida quente. Dar álcool para pessoa beber também não é uma boa opção.

7 – Desmaios

Se por acaso alguém desmaiar perto de você, a solução é bem simples. Chegue perto da pessoa que desmaiou, e fique com ela. No instante que você estiver junto da vítima de desmaio, simplesmente aponte para alguém do grupo e peça para essa pessoa ligar para assistência médica. A pessoa desmaiada não deve ficar sozinha e não deve haver demora na ação.

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Ele sobreviveu a um ataque de tubarão, urso e serpente e está vivo para contar sua história

Existem diversas coisas na vida que podem nos levar a morte instantaneamente. Entre elas, estão os ataques de animais selvagens e ferozes, como: cobras, ursos, leões, tubarões e etc. Raramente uma pessoa consegue escapar do ataque de algum deles. No entanto, Dylan McWilliams, 20 anos, deu de cara com a morte três vezes ao ser atacado por um urso, uma cobra e um tubarão. Podemos dizer que isso foi um azar ou ele teve muita sorte em sair vivo? Ele foi atacado pelo urso primeiro, em seguida foi mordido por uma cobra e, recentemente atacado por um tubarão no Havaí.

“É incrível”, disse ele a BBC. “Não me sinto muito sortudo. Acho que é mais uma daquelas situações em que tens sorte em situações de muito azar”, completou. Recentemente, ele estava de passagem pelo Havaí quando sentiu algo morder uma de suas pernas. Acostumado com situações ruins, ele logo sentiu que algo péssimo estava por acontecer. “Vi logo que o tubarão estava próximo. Comecei a pontapeá-lo e a nadar até à costa com a máxima velocidade possível”. A marca de sangue que deixou no oceano o fez acreditar que tinha perdido uma das pernas. Quando chegou na crosta, logo foi levado para o hospital. “Agora estou chateado porque não posso voltar à água nos próximos dias”, lamentou.

Esse acidente com o tubarão aconteceu nove meses após McWilliams ser atacado por um urso negro de 140 quilos no Colorado. O animal conseguiu morder sua cabeça e arrastá-lo por alguns metros. O jovem fez de tudo que podia para se defender e não morrer ali mesmo. A sorte também esteve ao seu lado quando ele foi mordido por uma cascavel durante uma caminha por Utah. O animal conseguiu injetar apenas um pouco de veneno em sua perna, mas o suficiente para deixá-lo doente por uns dias.

Por sorte, ele trabalhou como aparador de árvores e é um grande instrutor de sobrevivência. Ele adora longas viagens explorando a natureza, mesmo que isso envolva os riscos. “Meus pais estão gratos por eu ainda estar vivo”, disse ele. Ele também não consegue dizer se é muito sortudo ou tem um grande azar.

E aí, o que você achou disso tudo? Ele é sortudo ou não? Comenta pra gente aí embaixo e compartilhe com seus amigos. Lembrando sempre que o seu feedback é extremamente importante para o nosso crescimento e nos ajuda a alcançar cada vez mais leitores.

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A história do homem que viveu sozinho em uma ilha durante mais de 28 anos

Já imaginou viver completamente sozinho em uma ilha durante mais de 28 anos? Pode parecer difícil de acreditar mas foi exatamente isso que aconteceu com Mauro Morandi, um homem de 78 anos. Ele acabou encontrando a ilha de Budelli por acaso em 1989 e não deixou mais o lugar desde então. A ilha possuí inconfundível beleza e valor natural, chegando a fazer parte do Parque Nacional do Arquipélago Maddalena, em um grupo de 7 ilhas, depois de uma disputa entre um empresário neozelandês e o governo italiano em 2016.

A importância da ilha aonde vive Mauro é inquestionável. Ela é conhecida por sua ‘Praia Rosa‘, devido a cor peculiar de sua areia. E o motivo para a sua tonalidade é ainda mais interessante. Aparentemente, a cor incomum de sua areia se deve pelos fragmentos de corais e conchas que foram transformados em pó pela força das ondas do mar. O local foi reconhecido com um alto valor natural por volta dos anos 90, pelo governo italiano, e acabou tendo parte dela fechada até mesmo para os visitantes para preservar o seu ecossistema. Como mencionado anteriormente, uma disputa futura fez com que ela fosse designada como patrimônio do Parque Nacional do Arquipélago Maddalena.

A história de Mauro Morandi

Mauro Morandi é um ex-professor de educação física que acabou ficando à deriva depois que o seu barco perdeu o motor entre a Sardenha e a Córsega. Ele acabou sendo levado para a ilha de Budelli, na Itália, devido a força da água e acabou ficando por lá todos esses anos, desde 1989. Ele acabou descobrindo, assim que chegou, que o funcionário do governo que era responsável por cuidar da ilha iria deixá-la e resolveu substituí-lo. Ele vendeu o seu barco, uma catamarã, e ficou no lugar do homem que estava prestes a partir.

Apesar de já ter recebido milhares de turistas praticamente todos os dias, durante certos períodos, a ilha de Budelli passou a te um único morador – Mauro Morandi, depois que foi classificada com um alto valor natural e fechada consideravelmente para a proteção do seu ecossistema. Depois de ser designada como patrimônio do Parque Nacional do Arquipélago Maddalena, em 2016, o mesmo passou a contestar a estadia de Mauro Morandi na ilha. Para impedir que ele fosse expulso do local, uma petição com cerca de 18 mil assinaturas acabou sendo feita e conseguiu adiar a sua expulsão por um período ainda indeterminado.

Contato de Mauro com o exterior

Apesar de não manter contato com os turistas inicialmente, Mauro acabou sedendo e até passou a dar palestras no verão. Alguns anos atrás ele acabou criando contas em algumas redes sociais, como o Instagram e o Facebook, e compartilhando fotos incríveis da ilha. Ele possuí 16,2 mil seguidores no Instagram e tem fascinado as pessoas ao disponibilizar o cenário deparado por ele cotidianamente.

Ele chegou a fazer algumas afirma para as emissoras, dentre elas o fato de que “Pensamos que somos gigantes que dominam a Terra, mas somos apenas mosquitos”. As observações feitas mostram a sua opinião sobre o mundo em si depois de passar todo esse tempo sozinho em uma ilha magnífica como a de Budelli. Ele ainda disse que espera poder morrer na ilha e ser cremado lá para que suas cinzas possam ser espalhadas pelo vento. Você pode ver algumas das fotos magníficas postadas por ele a seguir.

Paisagens da ilha postadas em seu Instagram

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Olhando assim a ilha parece realmente um belo lugar para se viver, concordam? Mas, ainda sim, é difícil imaginar como alguém pode viver todo esse tempo sozinho. O que acharam? Já conheciam a história de Mauro? Acham que ele deve permanecer na ilha até o fim dos seus dias como deseja?

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O lado desconhecido de um dos maiores homens do mundo

Você sabe quem foi o homem conhecido como ‘André the Giant‘? Muitos mitos acabaram se formando a seu respeito no decorrer dos anos mas, recentemente, um novo documentário feito pela HBO resolveu desmistificar alguns deles e responder questões pouco conhecidas sobre a sua história. André René Roussimoff morreu aos 47 anos devido uma problemas de saúde e acabou deixando muitos mistérios para trás.

O homem te estatura inigualável acabou ficando conhecido pelo codinome ‘André the Giant‘. Ele trabalho como ator e ainda foi um conhecido lutador. Mas o seu reconhecimento e a sua carreira não excluirão toda a dificuldade enfrentada por ele devido a sua condição. A vida para alguém como ele nunca foi fácil e não é difícil perceber isso. Tudo a sua volta parecia “pequeno” de mais para ele e muitos empecilhos acabaram surgindo em sua vida. Essa é a história de um dos maiores homens do mundo.

A história de André René

Apesar de ter ficado muito conhecido pela profissão que acabou seguindo, existe muito sobre a vida de André René Roussimoff que a maioria nem imagina. O homem nasceu em Grenoble, na França, no dia 19 de maio de 1946 e acabou falecendo devido uma insuficiência cardíaca em 1993. Ao final de sua vida, ele chegava a pesar 235 quilogramas e tinha 2,25 metros de altura. Tudo isso devido a sua condição rara. Ele tinha Acromegalia, conhecida popularmente como ‘Gigantismo‘.

Ele acabou se tornando a primeira estrela internacional dentro dos lutadores profissionais depois de cativar o seu público. Chegando a atuar no filme “The Princess Bride” – A princesa prometida, interpretando o personagem Fezzik. Ele saiu de casa quando tinha apenas 14 anos para procurar emprego fora da comunidade agrícola em que vivia e acabou entrando para a luta profissional. Ele chegou a usar o pseudônimo Jean Ferré em suas lutas e, quando voltou para visitar os pais aos 19 anos, eles não conseguiram reconhecê-lo.

Problemas enfrentados

A condição de André fez com que ele adquirisse outros problemas no futuro e acabasse sofrendo uma dor profunda. Ele teve que se submeter a uma cirurgia na coluna vertebral, em 1986. E, apesar de sentir bastante dor, se recusou a fazer um tratamento na época com medo de que isso afetasse o seu corpo físico, já que ele havia moldado a sua carreira por conta dele. André tinha dificuldades em se adequar ao mundo a sua volta devido o seu tamanho. Ele ocupava dois assentos no avião, tinha uma cadeira especial feita para ele e chegou a ter o tamanho da sua mão comparada a uma latinha e até mesmo a um rosto humano. Você pode ver algumas imagens dele que mostram isso a seguir.

Fotos de André

1 – Mostrando sua força

2 – Comparando sua mão com um rosto humano assim

3 – E assim

4 – Uma de suas lutas

5 – Seu tamanho quando jovem

6 – Maior do que todos os outros a sua volta

7 – Mão maior do que uma latinha

8 – Outra demonstração do seu tamanho

9 – Sua atuação no filme ‘A princesa prometida’

10 – André em uma viagem de avião

11 – Sua cadeira especial

O fato de que ‘André the Giant‘ era realmente um gigante é incontestável depois de analisar essas fotos. O que acharam de sua história? Já conheciam o gigante André René Roussimoff?

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7 ações em prol do meio ambiente que saíram totalmente pela culatra

O meio ambiente é o grande responsável por manter qualquer tipo de vida presente na Terra. Mesmo assim, muita gente ainda insiste em agir de forma irresponsável e completamente despreocupada, a exemplo daqueles que praticam a caça predatória ou que desmatam a natureza para estabelecer atividades agrícolas.

Por outro lado, também temos vários grupos ativistas que pregam pela conscientização e preservação do planeta Terra. Adotam ações capazes de amenizar o sofrimento da natureza, também denunciando e punindo aqueles que agem na ilegalidade. Mas por incrível que pareça, na tentativa de ajudar, algumas pessoas acabam tomando decisões muito erradas que fazem exatamente o contrário. Confira abaixo alguns casos do tipo.

1 – Recife artificial polui rios

No ano de 1972, uma “grande ideia” foi colocada em prática. Colocar cerca de 700 mil pneus em um rio na costa do sul da Flórida. A intenção era criar um recife artificial. Acreditavam que os pneus atrairiam peixes e acabariam servindo de base para que corais se estabelecessem. Inicialmente, foi o que aconteceu. No entanto, os pneus começaram a se espalhar pelo rio e o resultado foi simplesmente desastroso.

Eles começaram a matar os corais que já haviam se estabelecido, sem contar que poluíram as águas do local. Um grande esforço foi feito para a retirada dos pneus, mas até hoje ainda não foi possível retirar todos eles, que continuam poluindo a paisagem local e atrapalhando a vida marinha.

2 – As usinas de energia da Alemanha

Após o acidente nuclear de Fukushima, que ocorreu em 2011 no Japão, o mundo todo despertou um sentimento contra o uso nuclear… Inclusive a Alemanha. Os políticos alemães se juntaram e em um grande esforço, prometeram para sua população que até o ano de 2022, o país estaria livre de armas nucleares. No entanto, as emissões de carbono na Alemanha aumentaram significativamente.

Para substituir a energia nuclear, o carvão aparenta ser a única fonte de energia confiável em larga escala e a curto prazo. Mas o país acabou não conseguindo fazer a transição do carvão. A grande questão é que eles ainda não conseguiram se dar muito bem com a energia renovável, mesmo sendo extremamente cobrados para isso.

3 – Ratos trocados por coelhos

meio ambiente

Para se livrar de uma infestação de ratos que aconteceu no início dos anos 2000, a ilha escocesa de Canna acabou gastando milhões. Exterminadores da Nova Zelândia foram até o local e armadilhas foram colocadas manualmente por todos os lados da ilha. Foi apenas em 2008 que as autoridades declararam que o lugar estava finalmente livre dos roedores.

Mas por outro lado, com o desaparecimento dos ratos, a população de coelhos na ilha aumentou imensamente. Milhares deles agora estão destruindo plantações e roendo até mesmo antigos artefatos arqueológicos. Eles eram mantidos em controle durante a infestação de ratos, mas após o fim deste problema, outro acabou sucedendo. Agora, os únicos predadores dos coelhos são águias, mas que ainda assim, não matam muitos deles. Em contrapartida, os habitantes do local começaram a capturar coelhos e acrescentá-los em sua própria dieta.

4 – Campanha contra a caça predatória gera problema de caça

Em 6 de março de 1989 teve início um programa contra a caça predatória no sul do Colorado e norte do Novo México. Centenas de oficiais acabaram prendendo pessoas acusadas de praticar a caça ilegal. Foram cerca de 2 anos e meio de campanha até que resultados começassem a surgir. Mas por incrível que pareça, antes de qualquer coisa, a campanha fez surgir um problema ainda maior desse tipo de caça.

Tudo começou quando um agente federal dos EUA, envolvido na campanha, declarou que tinha interesse nas peles de animais que podiam ser caçados. Dessa forma, os moradores aproveitaram a oportunidade que tinham, para tentar ganhar dinheiro, já que o agente prometeu pagar até 200 dólares por um alce e 300 por uma águia, por exemplo. Apenas para que você tenha ideia, cerca de 850 animais foram mortos apenas por esse motivo.

5 – Pradarias desprotegidas  levam agricultores a destruí-las

Diversas pradarias inglesas acabaram entrando em declínio depois que foram desprotegidas, já que não são mais consideradas como locais que habitam vida silvestre. A situação aconteceu devido a mudanças em algumas práticas agrícolas, mas também devido a negligências. Cortes de orçamento também foram culpados por afetar a vigilância da vida selvagem no Reino Unido.

A partir daí, cerca de 98% dos campos acabaram sendo perdidos para atividades agrícolas, a partir do ano de 2014. As autoridades quiseram proteger as pastagens inglesas, mas ocorreu exatamente o contrário… Uma vez que os agricultores começaram a devastar as pradarias antes mesmo que alguma lei pudesse entrar em vigor.

6 – Economia no trânsito provoca ainda mais acidentes

Diversas cidades dos EUA adotaram as luzes LED no trânsito, principalmente em semáforos. Energeticamente mais eficientes e durando mais tempo, elas também costumam ser mais brilhantes. Parece ser uma combinação perfeita, exceto por um detalhe: luzes LED não emitem calor. Como nos Estados Unidos costuma nevar intensamente em determinados períodos, a neve ficava acumulada nos semáforos e tampava a visão dos motoristas.

Tal imprevisto provocou diversos acidente, sendo alguns deles fatais. Para resolver o problema, aquecedores deveriam ter sido instalados nos semáforos, mas por outro lado, a economia que a mudança representaria, seria praticamente zero.

7 – Mictórios sem água provocaram vazamento de urina

Para tentar economizar água, banheiros de Chicago instalaram no ano de 2010, mictórios que funcionavam sem ela. No entanto, dentro de pouco tempo tiveram que voltar à opção mais cara e que gasta mais água, isso porque a urina começou a corroer os tubos de cobre que eram usados para drená-la, fazendo com que houvesse grande acúmulo do líquido expelido atrás das paredes dos banheiros. Odores extremamente fortes podiam ser sentidos e nada pareceu resolver o problema.

Fato é que quando esses mictórios foram instalados pela primeira vez, os funcionários não sabiam que era preciso usar outros mecanismos para fazer a limpeza. Após algum tempo de conscientização, o uso de tal tecnologia já é muito mais comum.

E então pessoal, o que acharam? Sabem de outras ações em prol do meio ambiente que acabaram dando errado? Compartilhem com a gente aí pelos comentários!

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O som mais alto do mundo teve o poder de uma bomba atômica

Eram 6 horas da manhã, do dia 27 de agosto de 1883. Data histórica para nosso mundo, quando um vulcão localizado em uma pequena ilha chamada Krakatoa, na Indonésia, entrou em erupção. Pode parecer algo corriqueiro quando se trata de um vulcão, mas não quando falamos deste em específico. Certo, mas por que estamos falando disso enquanto deveríamos discorrer sobre o som mais alto do mundo?

Simplesmente porque tal estrutura geológica, foi a grande responsável por emitir o som mais alto já registrado em nosso planeta. Consequentemente, o evento também foi catastrófico e capaz de abalar regiões de todo o planeta, se transformando no maior desastre ocorrido no século 19. O céu foi invadido por um brilho de tom avermelhado e estranhamente sobrenatural.

A força do ruído foi impressionante. Apenas para que você tenha ideia, pôde ser escutado a uma distância de 4.800 quilômetros do acontecimento, em Alice Springs, na Austrália. Tem noção do quão longe é isso? Pois é! As ondas de choque provocadas pela erupção também viajaram pelo mundo diversas vezes. E aqui vai outro dado extraordinário: a força de sua explosão foi cerca de 10 mil vezes maior do que a da bomba atômica lançada em Hiroshima. Ao todo, estima-se que 36 mil pessoas tenham sido mortas, enquanto os sobreviventes tiveram que enfrentar novas erupções, tsunamis e claro, as cinzas superaquecidas.

Verdadeira catástrofe

Sem contar o som poderosíssimo de ensurdecer qualquer um, e os intensos abalos sísmicos, o calor também foi intenso e responsável por boa parte dos mortes. Uma nuvem de cinzas invadiu os céus e percorreu quilômetros de distância, devastando tudo e todos que encontrava pela frente. De acordo com o Dr. Dave Rothery, do Departamento de Ciências da Terra da Universidade Aberta: “Estava quente o suficiente para carbonizar tudo em seu caminho“.

Por outro lado, os tsunamis que ocorreram em seguida também provocaram tragédia após de tragédia. Bem longe, pelas águas sul africanas, navios acabaram sendo atingidos por poderosos conjuntos de tsunamis e simplesmente naufragaram. Um navio britânico estava a 64 quilômetros de distância de Krakatoa no momento da tragédia. Em seu diário, o capitão escreveu: “Tão violentas são as explosões que os tambores dos ouvidos de mais da metade da minha tripulação foram destroçados. Meus últimos pensamentos são por minha querida esposa. Estou convencido de que o dia do Juízo Final chegou“.

Som da explosão foi realmente muito alto

Segundo registros que remontam ao acontecimento, o som da explosão pode ter alcançado os 172 decibéis, a mais de 160 quilômetros distantes da ilha. Pensar nisso é simplesmente maluco, visto que 140 decibéis já são mais do que suficientes para romper qualquer tímpano. Imagine então o que teria acontecido com aqueles que estavam mais próximos do local da explosão? Lamentável.

Acima é possível ver um vídeo de um vulcão explodindo em Papua Nova Guiné. As imagens foram registradas por um casal que estava em um passeio de barco no momento. Felizmente, não chegou nem perto do ocorrido em Krakatoa, mas ao observar o momento da explosão, é possível ver a onda de choque que se seguiu. Pode servir como uma base para entendermos as dimensões do que aconteceu em 1883, mas no vídeo, em escala muito menor é claro. E com certeza, com som bem menos significativo também.

E então pessoal, o que acharam? Compartilhem suas ideias com a gente aí pelos comentários!

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