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“That 70’s Show” – Clássica sitcom familiar retrata a liberdade e o cotidiano da juventude nos anos 70

Totalizando oito temporadas e duzentos episódios, “That 70’s Show” é uma série da FOX que esteve no ar entre 1998 e 2006, fazendo tanto sucesso que chegou a ser exibida na TV Bandeirantes sob o título de “De Volta aos Anos 70”. A proposta da sitcom é uma viagem no tempo trazendo a década de 70 dentro de uma ótica familiar muito simples e amigável.

A comédia conta a história de Eric Forman, um típico adolescente de 17 anos que vive com a família e amigos numa fictícia e pacata cidade no estado de Winconsin, nos Estados Unidos. Tendo a casa da família Forman como principal cenário a história usa de maneira genuína as peculiaridades da década para falar de feminismo, economia, política, sexo, drogas e diversas outras questões da juventude características daquele período.

Responsável pela apresentação e ascensão da maioria de seus atores, o elenco é outro ponto forte da produção, que lançou não apenas o adorável casal hollywoodiano Mila Kunis e Ashton Kutcher, como também apresentou ao mundo o trabalho de Topher Grace, Danny Masterson, Wilmer Valderrama e claro, Laura Prepon. Mesmo trabalhando com grande parte de seu casting adolescente, a produção têm uma ótima desenvoltura na evolução de seus personagens, sempre muito a vontade em seus papéis e interações em diferentes núcleos da história.

Com um roteiro muito simples e um humor carismático e cativante, a série trouxe a década de 70 para debate em plena revolução dos anos dois mil, ignorando o tom nostálgico e trazendo uma versão mais viva e presente, destacando-se entre tantas adaptações e homenagens lançadas nos últimos anos.

Com uma história simples e humilde, a produção nunca precisou abrir mão de sua responsabilidade para manter seu ótimo humor, abordando importantes questões sociais da época como a liberdade sexual, as dificuldades econômicas, o uso de drogas, o feminismo, a evolução da televisão como meio de entretenimento, o comportamento juvenil e claro, a constante influência do cenário musical no cotidiano da época.

Com dezenas de especiais e reencontros pela internet o seriado foi finalizado após a sua oitava temporada, somando um total de 200 episódios que estão inteiramente disponíveis no catálogo Netflix.

Confira o teaser promocional da Netflix sobre a disponibilização da série na plataforma que aproveitou a participação especial de Lea Delaria de “Orange Is The New Black” em “The Ranch”, produção estrelada por Kutcher e Masterson, co-protagonistas de “That 70’s Show”. O vídeo serviu ainda para divulgar a quinta temporada de “Orange Is the New Black” que na época havia acabado de chegar para a sua quinta temporada e conta com Laura Prepon em seu elenco principal.

 

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“Atypical” – As questões da adolescência sob o espectro do autismo

Se popularizando por meio do investimento massivo no conteúdo de nicho, a Netflix trouxe para sua plataforma “Atypical”, uma produção Original que conta a história de Sam, um adolescente dentro do espectro do autismo. O segundo ano da série chegou à plataforma no último dia 7 trazendo novos desafios para Sam e sua família de forma promissora.

Mesmo com o aumento de dois episódios na nova temporada, a série ainda sofre pela falta de espaço para lidar com uma temática tão necessária, o que em geral pode forçar diálogos extremamente explicativos, uma vez que a narrativa não se ocupa apenas de desenvolver o cenário do autismo em si,  mas também precisa preencher seu tempo de tela com outros personagens que, apesar de muito carismáticos, não possuíram um desenvolvimento satisfatório anteriormente.

Um ponto muito forte da produção é o clima que ela consegue concretizar, fator que é muito discutido dentro das chamadas dramédias. O complexo equilíbrio entre os alívios cômicos e a narrativa dramática acontece de forma muito simples e natural, trazendo o público como parte da família não apenas nos momentos de conquista, mas principalmente dentro das crises. Ainda muito fiel a sua abordagem de que todas as pessoas passam por obstáculos pessoais, a produção conseguiu amenizar os pequenos problemas da primeira temporada de maneira honesta e muito convidativa.

Trabalhando perspectivas de diferentes personagens, a série consegue forçar uma relação muito honesta para/com o público através da complexidade das ações de seus personagens ou ainda, da forma como o roteiro consegue tratar de diversos conflitos com a atenção necessária mas sem deixar suas opiniões evidentes. Muito mais do que revisitar a ideia de que ser anormal é normal, a Original sempre exalta a compaixão em alguns detalhes que, em geral, passam como imperceptíveis e a diferença que esses detalhes podem causar na vida de alguém que possui essa condição.

Somando dezoito episódios de aproximadamente trinta minutos cada, as duas temporadas estão inteiramente disponíveis no catálogo Netflix.

Confira o trailer:

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“Sharp Objects” – As consequências de uma intimidade que dilacera

ATENÇÃO: A história retratada aborda questões como automutilação, suicídio e alcoolismo.

Depois do notável sucesso de “Big Little Lies”, a HBO não precisou pensar duas vezes para trazer novamente o cineasta Jean-Marc Vallée dirigindo uma promissora adaptação literária. “Sharp Objects” é um genuíno thriller psicológico escrito por Gillian Flynn, adaptado para a televisão em uma minissérie de oito episódios que conta a história de Camille: uma jornalista cheia de traumas e questões psicológicas que é enviada para sua cidade natal afim de investigar a possível ação de um serial killer.

Diferente das tradicionais produções nesse gênero, que constroem sua audiência com base em grandes reviravoltas na trama, “Objetos Cortantes” sempre exigiu que o envolvimento do público esteja diretamente ligado a complexidade de seus personagens, tanto que, no projeto original, a adaptação havia sido pensada como um filme e levou algum tempo para que Marti NoxonJason Blum, criadores da série, concordassem com a necessidade de desenvolvimento de personagem e então, a versão para TV.

Com uma equipe visivelmente qualificada que inclusive inclui a própria Gillian Flynn como roteirista, a história se realiza com um elenco de atuações convictas, com todos os atores visivelmente a vontade em seus papéis. Além da descoberta de Eliza Scanlen, que dá vida a jovem Amma, temos o talento irrevogável de Patricia Clarkson na pele de Adora Crellin e a sempre impecável Amy Adams, que além do protagonismo também assina a produção executiva do projeto.

O resultado artístico final surpreende por sua majestosidade silenciosa, com uma montagem metódica e compassada consegue transcrever a metalinguagem da série em sua sonoplastia e fotografia com uma certeza que chega ser tátil. As cores, os cortes de cena ilustrando os cortes de Camille, suas lembranças e alucinações, o calor exaustivo, o ventilador sempre presente mas incapaz de cumprir seu papel de forma satisfatória, suas cenas escuras e cheias de contraste.

Em um cenário sufocante somos convidados a vivenciar o desenvolvimento de uma trama inundada na violência velada e no abuso em impensáveis contextos. O pretexto da investigação na verdade acaba trazendo a tona diversos traumas e questões pessoais, apresentando sua violência de maneira íntima e visceral. Revisitando debates sobre saúde mental sem se prender a clichês, “Objetos Cortantes” consegue construir uma história envolvente, cheia de suspense e mistério que sem dúvidas merece estar na sua grade.

Com oito episódios de aproximadamente 50 minutos, a minissérie estreou no último dia 8 de julho e está inteiramente disponível na HBO Go.

Confira o trailer:

 

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“Please Like Me” – O que a Austrália pode nos dizer sobre relacionamentos e saúde mental?

Lançada em 2013, “Please Like Me” chegou ao catálogo Netflix no final de 2016 e fala de forma muito simples e íntima sobre a vida do criador, produtor e roteirista, Josh Thomas. Interpretando vários acontecimentos e questões vividas em sua própria vida, Josh traz ao público uma história muito íntima e envolvente justamente por sua simplicidade e realismo apresentados.

Josh acaba de ser deixado pela namorada por ser gay e, no meio do choque de realidade de sair da casa dos pais, ele precisa lidar também com a pressão da autodescoberta de sua própria sexualidade. Com um protagonismo incomum, a série impõe seu próprio ritmo dentro de uma relação de amor e ódio bastante volátil. Outro ponto muito importante é a sutileza que a produção traz o debate sobre saúde mental, principalmente através de Rose, que na história é mãe do personagem e sofre de depressão.

Com toda a sua base construída no bom e velho dramédia australiano, “Please Like Me” envolve também por seu elenco como um todo, cheio de personagens exageradamente reais. Com seu pessimismo mascarado em cores alegres e, às vezes, até mesmo vibrantes, a série traz uma forma leve e fluída de falar sobre temas verdadeiramente complicados, captando fragmentos raros e delicados da vida em uma história provocativa, honesta e carismática.

A força de seus personagens também pode ser notada na recorrente temática sobre relacionamentos, não apenas na intimidade de Josh que está descobrindo sua sexualidade mas também no relacionamento com seu amigo Tom, com o qual ele divide a casa, além do relacionamento de Tom com a namorada, as amizades em torno dos dois, o pai de Josh e sua nova esposa Mae, sua ex-namorada Claire, que acaba virando sua melhor amiga, entre outros.

Surpreendendo de maneira muito simples, “Please Like Me” está inteiramente disponível no catálogo Netflix, com seus 32 episódios de aproximadamente 30 minutos cada.

Confira o trailer:

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“(Des)Encanto” – Animação medieval acerta no conceito mas frusta com história dispersa

Prestes a completar 30 anos de sucesso com “Os Simpsons” e trazendo ainda as sete temporadas de “Futurama” no currículo, a dupla Matt Groening e Josh Weinstein chega à Netflix, resgatando a narrativa da idade média carregada de críticas e temas atuais, para contar a história do reino de Dreamland e sua Princesa Tiabeanie.

Na contramão das animações voltadas para o público adulto atuais, “(Des)Encanto” chega cheia de ótimos personagens e grandes possibilidades em seus respectivos arcos narrativos, mas o resultado final decepciona com uma trama altamente dispersa. Trazendo uma nova versão do conceito de princesa rebelde, a novidade do catálogo conta sobre as desventuras da “ovelha negra” da família real do reino de Dreamland, em uma versão feminista, alcoólatra e sem devoção alguma aos votos de castidade.

Em contraponto, a experiência da equipe envolvida acaba se tornando visível em uma narrativa que grita sua singularidade em cada um de seus episódios ainda que não consiga abandonar de fato suas inspirações e referências, como por exemplo o histórico conto de “João e Maria” ou até mesmo a participação do Trono de Ferro.

Uma questão que merece ser reconhecida é a ambientação marcada no grande contraste entre ideais fantasiosos e a dura realidade da época retratada, como a fictícia fartura do reino se opondo a miséria e mortalidade do seu povo. Além disso, a produção também se apóia em questões históricas como as doenças e guerras desnecessárias, mas também não economiza em elementos mágicos como fadas, bruxas, elfos e até mesmo demônios de estimação.

Um pouco distante do que foi prometido, o resultado final acaba pagando caro por sua estrutura dispersa e entrega um humor ácido completamente dependente da interpretação do público. Inundada em elementos fantasiosos e clinicamente demarcada por problemas reais, “(Des)Encanto” constrói sua versão genuína das animações para o público adulto mostrando ousadia em um terreno já conhecido, mas acaba sem apresentar pontos verdadeiramente memoráveis.

Confira o trailer:

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“Anne With an E” – A infância como transformadora de drama em poesia

Não é difícil notar como a produção de conteúdo audiovisual cresce de forma descontrolada atualmente, mas a parte complicada é que nessa grande roda da fortuna, grandes produções verdadeiramente necessárias também são ameaçadas para cederem espaço, seja no horário do canal ou na plataforma online, como é o caso de “Anne With an E”, série canadense produzida pelo canal CBC que ganhou o mundo em 2017 após ter seus direitos de distribuição adquiridos pela Netflix.

Inspirada no romance “Anne of Green Gables” de Lucy Maud Montgomery, a produção é uma celebração surpreendente sobre a infância, a imaginação e os encantos de uma mente livre e corajosa. Anne é adotada pelos irmãos Cuthbert após um engano, eles esperavam por um menino que pudesse ajudar nas tarefas diárias de Green Gables. Com um carisma irradiante, Anne consegue não só permanecer na Ilha de Príncipe Eduardo como ganha completamente o coração de Marilia e Matthew, sendo oficialmente adotada pelos irmãos.

Com uma bagagem muito maior do que podemos esperar de uma criança nessa idade, a série é uma realização que transforma drama em pura poesia com muita facilidade. Com uma fotografia calma e convicta, o show traz um carisma notável ao falar sobre a infância, se aproximando do público rapidamente apesar do ritmo de sua narrativa por vezes ser considerado lento. Com sua trama intimista, “Anne With an E” fala sobre a força da imaginação de alguém que ainda possuí a inocência e a coragem de contemplar a vida como deve ser.

Fortemente estruturada na cultura da região nos anos 80, a história não só se solidifica com situações de grande importância nos dias de hoje, como o racismo e o feminismo, como também apresenta uma narrativa cheia de literatura e encanto que se torna extremamente forte perante o inegável protagonismo de Amybeth McNulty.

Completamente na contra mão dos grandes sucessos de público da atualidade, a produtora da série, Moira Walley-Becket, acabou recorrendo a sua conta pessoal no Instagram para pedir que os fãs ajudem a garantir a renovação do terceiro ano da produção, que infelizmente corre risco de cancelamento.

As duas temporadas exibidas do programa já estão inteiramente disponíveis no catálogo Netflix somando 17 episódios de aproximadamente 40 minutos cada. Confira o trailer:

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Vice-presidente da Netflix fala sobre o cancelamento de “Shadowhunters” e resgate de “Lucifer”

Em recente coletiva de imprensa de divulgação do TCA18, Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original da Netflix, fez questão de se pronunciar sobre alguns cancelamentos e renovações da plataforma que vêm causando desconforto em grande maioria dos fãs.

Quando questionada sobre “

“Holland disse que ela é apaixonada por #EverythingSucks, mas a taxa de conclusão para a temporada foi abaixo da média. Por isso o machado.”

Quando questionada sobre “Lucifer” que foi recentemente cancelada pela Fox e acabou sendo resgatada pelo serviço de streaming, a vice-presidente destacou a abrangência global da série:

“A VP Netflix de séries originais deu uma espiada atrás da cortina dos programas que eles resgataram: “Lucifer realmente apresentou audiência em partes do mundo onde nós o distribuímos, então sentimos que era importante para esse público que nós ajudássemos esse show a continuar.” 

E, apesar das especulações em torno do resgate de “Shadowhunters” este milagre não parece estar saindo de nenhuma iniciativa da gigante da streaming:

“Quando perguntado sobre a campanha de fãs para , a vice-presidente da Netflix disse que “é um show da Freeform então nós não o controlamos”, e acrescentou que ela está ciente da fã-base muito ativa: “Eu provavelmente recebo 100 e-mails por dia ou mais”.

 

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Remake sombrio de “Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira” ganha data de estreia

A Netflix mais uma vez toma posse da nostalgia, produzindo um remake de “Sabrina – A aprendiz de feiticeira”, série adolescente de grande sucesso nos anos 90. Batizado de “O mundo sombrio de Sabrina” a nova proposta promete trazer uma versão mais madura, mais dramática e muito mais sombria.

Netflix encomenda reboot de “Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira”

Kiernan Shipka, que ficou conhecida por seu papel como Sally Draper em “Mad Man” vai protagonizar a história, que estará disponível na plataforma bem a tempo do halloween, no dia 26 de outubro desse ano. A temporada contará com dez episódios no total, será baseada nos quadrinhos “The Chilling Adventures of Sabrina” e deve abordar a temida fase de transformações vivida na adolescência.

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“The Bold Type” – Competência narrativa para você chamar de melhor amiga

Se a franquia “Sex and the City” tivesse uma filha com o filme “O Diabo Veste Prada” sem dúvidas ela poderia se chamar “The Bold Type”. A recente aposta da Freeform fez bonito em seu primeiro ano e está no ar com a segunda temporada, provando de maneira simples como é possível sim desenvolver diferentes ângulos dentro da proposta editorial, se sobressaindo do clichê herdado do gênero e tudo isso sem tirar o salto alto.

Inspirada na trajetória de Joanna Coles, ex-diretora-chefe da revista Cosmopolitan, a série conta a história de três grandes amigas – Jane, Kat e Sutton – que trabalham juntas em uma famosa revista voltada ao público feminino. Ambiciosas e determinadas, esse trio consegue trazer ao público diálogos que constroem debates de grande importância no cenário atual de maneira muito didática, atual e elegante.

Têm se falado muito sobre a responsabilidade do entretenimento na criação de conteúdo que reflita debates de grande importância na atualidade, como por exemplo o racismo, a homofobia e o porte de armas. Um dos pontos que particularmente mais merece destaque é justamente sensatez com a qual essa trama é construída. “The Bold Type” traz uma narrativa forte e visivelmente carismática, mas que também consegue ser importante, apresentando ao público questões reais com a mesma proximidade que sua melhor amiga usaria para te avisar que você está com mau hálito.

Em sua primeira temporada a série já mostrava a força da narrativa com debates sobre coerência entre a religião de uma pessoa e sua sexualidade. Agora, em seu segundo ano, a produção assume sua postura solidificada diversificando seus diálogos em temáticas mais “leves” como o auto-conhecimento e a monogamia, como também fala abertamente sobre temas mais complicados como o porte de armas e a xenofobia.

Com uma competência palpável, “The Bold Type” traz a força feminina inundada em referências cinematográficas do início dos anos 2000 que explicam facilmente o inevitável carisma enraizado na nostalgia. Confira o trailer:

 

 

 

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Finalmente! Primeiro trailer completo de “Aquaman” é divulgado na SDCC

“Meu pai era vigia de um farol… minha mãe foi uma rainha, mas vida é uma maneira de fazer as pessoas ficarem juntas.”

Finalmente! Depois de Jason Momoa ter pessoalmente divulgado um vídeo oficializando o lançamento do primeiro trailer completo, cá estamos nós trazendo toda essa beleza e muita ação das profundezas do oceano. “Aquaman” chega aos cinemas no dia 14 de dezembro desse ano

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