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“GLOW” – Laquê, glitter e feminismo sob a realidade oitentista da Luta Livre

Seja nos inúmeros remakes e continuações de grandes sucessos de bilheteria da época, ou na moda do mom jeans oversided, a década de 80 se apodera do amor criado pelo vintage e volta aos palcos silenciosamente. Entre todas as áreas onde podemos notar a influência da cultura oitentista, o entretenimento é o que possibilita o melhor aproveitamento como podemos ver na Netflix e suas produções originais que contemplam cada vez mais o mercado de nicho, trazendo ao público um conteúdo cada vez mais diversificado.

Com laquê e muito glitter, a gigante da streaming trouxe ao público a cultura dos golpes ensaiados e das máscaras chamativas da Luta Livre Mexicana. Na premissa inicial, Ruth é a atriz que tenta desesperadamente alavancar sua carreira até ser escalada para um programa de Luta Livre feminina. A questão é que sua melhor amiga Debbie acaba descobrindo que Ruth havia dormido com o marido dela e o conflito acaba resultando na escalação de Debbie para o mesmo programa.

Inimigas dentro e fora dos ringues, Ruth e Debbie precisam lidar com seus problemas sem afetar o novo emprego. Com uma trama descentralizada, o tempo de tela é dividido de forma bastante igualitária, trazendo sempre diálogos íntimos que reforçam constantemente as fraquezas de cada personagem e o apoio recebido em cada situação.  Carregada de drama, a narrativa consegue construir seus alívios cômicos de maneira natural, celebrando o excelente desempenho do elenco com um texto crítico e sólido.

Em seu segundo ano, “GLOW” mostra propriedade na narrativa mas se perde em diversos arcos que acabam se tornando irrelevantes no final do episódio. Comandados pelas brilhantes Alison Brie e Betty Gilpin, o elenco se destaca pela intimidade que lida com cada personagem, como Marc Maron que acaba roubando a cena com sua personificação de figura masculina saindo da sombra do machismo e encarando sua vontade de mudar.

Tomada por esteriótipos falidos, a série abre espaço em uma cultura que mesmo empoeirada tem uma força única e se baseia nesse cenário para falar de feminismo, criticar o show business e ensinar sobre superação. Apresentando uma direção de arte metódica, o programa traz uma realização gráfica inédita entre as séries e que sem sombra de dúvidas merece a sua atenção.

Com duas temporadas de dez episódios cada, “GLOW” está inteiramente disponível no catálogo. Confira o trailer:

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“Sense8” – Consciência coletiva que vai além da empatia

Quando a Netflix popularizou o serviço sob demanda e trouxe o conteúdo de nicho para o centro desse tipo de entretenimento, ninguém imaginava a força que essas produções poderiam ganhar diante da conexão estabelecida para com o seu público. A prova mais concreta disso é “Sense8”, que acabou sendo cancelada em junho de 2017, após a sua segunda temporada, mas conseguiu um episódio especial de conclusão depois da pressão dos fãs.

A série chegou ao público em junho de 2015 e ocupou os holofotes de forma instantânea. Em tempos onde a representatividade e a diversidade finalmente tem chegado às discussões, “Sense8” chega trazendo tudo isso, se aproximando do público com um carisma singular, representando a empatia em sua forma mais pura. Além disso, a proposta do show também traz uma dose de ação e adrenalina que ditam o ritmo da trama e são indispensáveis em uma boa história.

Mas afinal, como uma boa história que tem um fandom tão forte acabou durando tão pouco? A resposta talvez seja dolorosa mas os problemas da produção são visíveis. Sua primeira temporada acabou gastando tempo demais com ambientação e não conseguiu desenvolver a trama para garantir a profundidade que a história precisava. Depois disso, ainda tivemos o ator Aml Ameen que interpretava Capheus e foi substituído após desentendimentos com uma das criadoras, Lana Wachowski.

Com a entrada de Toby Onwumere diversas cenas tiveram de ser regravadas, o que levou a plataforma a anunciar um episódio especial, disponibilizado apenas no Natal de 2016, e o adiamento da segunda temporada para 2017. O segundo ano, por sua vez, precisava conter o atraso da trama e acabou se atropelando, tendo mais história para contar do o espaço de tela. O resultado dessa aceleração é uma segunda temporada que por vezes acaba fazendo com que sua trama se perca, visivelmente por não ter atingido a profundidade necessária para explicar uma história tão complexa.

Mesmo com seus tropeços, a série será eternizada por mérito próprio, por trazer ao público uma narrativa inclusiva e corajosa em tempos onde precisávamos tanto de mais representações de empatia. Parece estranho a quantidade de abaixo-assinados e reclamações que o cancelamento da produção acarretou, mas em tempos onde o ódio começa a gritar tão alto é preciso que as pessoas possam ver que ninguém está tão sozinho quanto pensa.

As duas temporadas estão inteiramente disponível na Netflix, com 24 episódios incluindo os dois especiais. Confira o trailer do episódio de encerramento:

 

 

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“Unbreakable Kimmy Schmidt” – A inquebrável comédia crítica e colorida de Tina Fey

Com uma premissa simples e extremamente didática, a Netflix disponibilizou no último dia 30 a primeira parte da quarta temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, produção Original que traz uma comédia extremamente colorida, recheada de críticas e lições de superação, evolução e convivência. Com a assinatura de Tina Fey, a narrativa dá espaço a diversas críticas extremamente bem construídas dentro do roteiro, com uma visão leve e cativante.

Sequestrada ainda criança, Kimmy é mantida refém em um banker subterrâneo com outras três mulheres por um fanático que insiste no argumento de que o planeta foi destruído. Depois do resgate, Kimmy decide se mudar para Nova York, conseguir um emprego e usar sua liberdade para aproveitar a vida ao máximo. Com a ajuda de Titus, Lílian e sua nova patroa Jackeline, nossa protagonista releva uma narrativa carismática e leve, que consegue fidelizar seu público sem grandes esforços.

“Unbreakable Kimmy Schmidt” preenche a vaga de “confort série” de maneira ampla, garantindo críticas inteligentes sobre a nossa construção social e até mesmo temas muito mais específicos como racismo, machismo e o abuso psicológico. Com um ritmo singular, o humor da narrativa complementa a identidade visual da série que não economiza em cores, estampas e vitalidade.

Nos sete episódios já disponibilizados da quarta temporada, Kimmy é forçada a enfrentar o mundo real de forma crua, seu controle emocional é colocado à prova quando a sua ingenuidade começa a ceder espaço para responsabilidades da vida adulta. Com um posicionamento muito mais crítico que os anos anteriores, a trama se prepara para o encerramento da série, com os seis episódios finais que chegarão ao catálogo no dia 25 de Janeiro de 2019.

Os 45 episódios do seriado que já foram disponibilizados estão na plataforma, com duração média de 30 minutos. O showrunner Robert Carlock também revelou em entrevista que a produção está planejando um filme para a finalização da série, além da quarta temporada. Confira o trailer:

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“13 Reasons Why” – Entre a importância e a responsabilidade

ATENÇÃO: O texto a seguir, assim como a série apresentada, pode conter gatilhos emocionais e psicológicos graves.

Em meio tantas discussões e pautas importantes em que a Netflix se posiciona atualmente, talvez um das suas produções que mais divide opiniões em meio ao sucesso é “13 Reasons Why”, série baseada no romance homônimo de Jay Asher, que traz relatos conturbados e de cunho extremamente explícito sobre Hannah Baker, de 17 anos, que coloca um fim a sua própria vida após uma sequência de abusos psicológicos, físicos e sexuais.

Em sua primeira temporada, a produção apresenta a história por meio de fitas gravadas pela própria Hannah, que relata sobre 13 pessoas/razões que a levaram a tomar uma decisão tão drástica quanto o seu suicídio. No segundo ano, o público é apresentado às consequências dessa tragédia, além de seguir seu caminho pela narrativa de uma adolescência cercada pela já estruturada, e extremamente abusiva, cultura machista.

Ao longo de seus 26 episódios, “13 Reasons Why” apresenta debates extremamente importantes à um público que, em geral, têm pouquíssimo espaço para se informar sobre ou até mesmo buscar ajuda. A produção realmente cumpre com os requisitos de avisos sobre o conteúdo gráfico explícito e seus possíveis gatilhos, além de apresentar inserções de informativos sobre canais de ajuda, mas, por diversas vezes, é fácil duvidar da responsabilidade da plataforma em trazer assuntos complexos de forma tão direta a um público tão sensibilizado.

Com um co-protagonismo duvidoso, a trama constrói sim um novo caminho além da história que Hannah conta, mas os diferentes núcleos narrativos não conseguem encontrar harmonia entre si, o que acaba comprometendo todo o ritmo da história em seu segundo ano. De forma madura, a série consegue sim se manter atual dentro da temática de abusos, trazendo também a discussão sobre o porte de armas, assunto frequente em debates sobre a contemporaneidade estadunidense.

Entre a importância de dar voz a questões tão relevantes quanto o suicídio e o exagero gráfico representado, fica a lição crítica de responsabilidade ao produzir conteúdo para o público adolescente com linguagem necessária e adequada.

Cada uma das temporadas possuí 13 episódios de em média, 50 minutos. Confira o trailer:

 

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“Dear White People” – Ousadia narrativa que transcende a atualidade

Seguindo os passos da primeira temporada o segundo ano de “Dear White People” chegou ao catálogo Netflix na última sexta (4), com toda a força e coragem que poderíamos esperar. A série Original foi inspirada no filme de mesmo título, lançado em 2014 e traz várias discussões políticas e sociais, com foco no racismo, velado ou explícito, em variadas situações e experiências.

A produção é sucesso absoluto de crítica e não só pela coragem da narrativa que se apoia na ousadia e na personalidade de seus co-protagonistas, mas principalmente pelo incrível resultado estético final. “Dear White People” apresenta uma qualidade singular, trazendo enquadramentos e cortes de cena extremamente cuidadosos, resultando em uma fotografia sincera e que a muito tempo não se via nessa indústria.

Quanto ao elenco, o segundo ano da série foi de completo reforço não só com os novos personagens na história mas, principalmente, com o aprofundamento sutil na personalidade de cada co-protagonistas, sem deixar de lado em nenhum momento a singularidade de cada um. A coragem da narrativa transcende a própria série e por vezes desafia o próprio público e sua hipocrisia, através da quebra da quarta parede.

Com drama e alívios cômicos de uma inteligência notável, a Original marca por seu estilo contemporâneo, trazendo interatividade de forma atual sem perder em momento algum a qualidade que já estamos acostumados. As narrações adotadas na nova temporada trabalham para assegurar o caráter didático do show, que não deixa o sacarmo de lado facilmente mas que também não perde a chance de passar uma ótima lição.

O roteiro além de audacioso se carrega de naturalismo para intensificar seu humor. Assim como o seu primeiro ano, “Dear White People” transcende sua responsabilidade educativa e se consolida a cada episódio como uma das produções mais audaciosas e inteligentes na atualidade.

Somando 20 episódios com cerca de trinta minutos cada, o seriado está inteiramente disponível na Netflix. Confira o trailer:

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“The Assassination of Gianni Versace” – Uma dança sangrenta entre a inveja e a megalomania

Já era de se esperar que o segundo ano da nova linhagem de antologias de Ryan Murphy partisse de uma construção completamente diferente da que conhecemos em “The People v. O.J. Simpson”. Apesar do excelente desempenho da primeira temporada, o segundo ano de “American Crime Story” não passa nem próximo do julgamento ou sobre o que aconteceu depois do crime.

Murphy traz agora um novo psicopata aos holofotes, expondo diversos pontos importantes da trajetória de Andrew Cunanan até o ato do crime e a perseguição policial, contrariando as expectativas que apostavam em uma história sobre o crime em si. A ambientação traz um clima singular, aliando a elegância do mundo da moda aos tons pastéis de Miami, tudo complementado por uma trilha sonora que não poderiam fazer menos do que constituir uma assinatura única.

A obsessão com Versace, seu império e o mundo da moda, a negligência familiar, o desenvolvimento conturbado e as dificuldades traumatizantes de Andrew forneceram um material bastante sólido para o exemplar desempenho de Darren Criss, onde finalmente podemos notar a primeira comparação fácil com o primeiro ano: o elenco de peso. É uma das características de Murphy, a forma como ele consegue dar vida a personagens que parecem terem sido feitos sob medida para os atores que irão interpretá-los.

Penélope Cruz, Ricky Martin, Judith Light e Édgar Ramírez garantem o ótimo desempenho da temporada sem grandes esforços, adicionando uma empolgação única à história. A trama por sua vez sofre bastante com o ritmo do seu desenvolvimento, se tornando bastante massante em diversos pontos da temporada e criando um incômodo bastante inesperado quando dedica praticamente todos os clímax da narrativa à assassinatos consideravelmente previsíveis.

Com um toque intimista, a produção parece escrever uma história sangrenta com toda a poesia e glamour do mundo da moda, além de carregar sua elegância excêntrica em cada detalhe. Entre erros e acertos, Murphy pode não ter atingido um desempenho tão surpreendente quanto sua temporada de estréia, mas “The Assassination of Gianni Versace” não deixa de obter um ótimo resultado e que cumpre perfeitamente com o que lhe é solicitado, e em grande estilo.

Com nove episódios de em média 50 minutos, a série foi exibida pela Fox e ainda não foi anunciada como atualização no catálogo Netflix. Confira o trailer:

 

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Ryan Murphy, criador de “AHS” e “Glee”, assina contrato de exclusividade com a Netflix

Depois de nossa amada Shonda Rhimes, a Netflix acaba de se apropriar de mais um escritor e produtor muito querido na televisão americana. Ryan Murphy, que já coleciona Emmys, Globos de Ouro e diversos outros prêmios assinou hoje um contrato de cinco anos para exclusividade com a plataforma.

Anteriormente, a brilhante mente responsável por “911”, “The New Normal”, “Glee”, a icônica antologia “American Horror Story” ou até mesmo a recente e renomada “American Crime Story”, tinha contrato firmado com a 20th Century Fox, criando conteúdo para a Fox e FX mas, as conversas tomaram outros rumos após a aquisição da maior parte dos Estúdios Fox pela Disney Company.

Ted Sarandos, Diretor de conteúdo do serviço de streaming disse no comunicado oficial que Murphy é responsável por “influenciar o estilo de cultura global, reinventar gêneros e mudar o curso da televisão”:

“Sua dedicação implacável pela excelência e para dar voz aos sub-representados, para mostrar uma perspectiva única ou apenas para chocar o inferno fora de nós, impregna seu trabalho de quebra de gênero. De “Nip/Tuck” – nossa primeira série licenciada – para “American Crime Story: The People v. OJ Simpson” e “American Horror Story”, vimos como sua marca de narrativa cativa consumidores e críticas em todo o mundo. O seu célebre trabalho e suas contribuições para a nossa indústria falam por si mesmos, e estamos ansiosos para apoiar Ryan em trazer suas histórias amplas e diversas para o mundo “.

De acordo com o New York Times, o valor final do contrato ultrapassa os 300 milhões de dólares e tem início no dia 1º de julho desse ano, logo após o término contratual com a Fox. Murphy disse em seu comunicado que não vai desistir da sua situação atual e provavelmente, suas produções:

“Eu sou um garoto gay de Indiana que se mudou para Hollywood em 1989 com US$ 55 dólares no bolso, então o fato de que meus sonhos cristalizaram e se tornaram realidade de uma maneira tão importante é emocionante e esmagadora para mim. Estou ansioso pela apreciação genuína de Ted Sarandos, Reed Hastings e Cindy Holland na Netflix, e principalmente por acreditarem em mim e no futuro da minha empresa, que continuará a defender mulheres, minorias e heróis e heroínas LGBTQ, e estou honrado e grato por continuar minha parceria com meus amigos e colegas da Fox em nossos shows existentes “.

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Primeiro trailer do crossover “How to Get Away With Murder” x “Scandal” é divulgado

Fevereiro mal começou mas os fãs da nossa querida Shondanás querem saber mesmo é: cadê março?

Finalmente a produtora traz ao público o episódio especial, muito possivelmente mais pedido deste país: Olívia Pope e Annalise Keating reunidas, no mesmo episódio. Pouco mais de uma semana atrás, Viola Davis confirmou através de sua conta no Instagram, a data de exibição do crossover “How to Get Away With Murder” x “Scandal”, que será transmitido no dia 1º de março.

O episódio especial foi anunciado no início de janeiro, também com a publicação de fotos pessoas nas contas do Intagram de Kerry Washington e Viola Davis, intérpretes das protagonistas. Ainda não foram divulgadas informações exatas sobre o episódio, mas é de costume que em crossovers o episódio se torne duplo, começando a história em uma das séries e terminando na outra.

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Disney Channel está desenvolvendo um filme em live-action de “Kim Possible”

Sim amigos, é isso mesmo que vocês leram. O Disney Channel, canal responsável pela animação “Kim Possible”, anunciou a produção de uma animação live-action não só baseada na história da pequena espiã, como também contará a história da primeira versão do desenho.

A produção foi revelada quando Adam B. Stein e Zach Lipovsky, co-criadores e co-diretores, divulgaram os testes para o casting, à procura de sangue novo para dar vida aos personagens. Blyth Nailling, diretora do elenco está liderando a busca por quem será o novo rostinho do típico aluno do Ensino Médio que salva o mundo, ao lado do seu inseparável melhor amigo, Ron Stoppable, e seu back-up, Rufus.

O roteiro de “Kim Possible” foi escrito por Josh Cagan, juntamente aos co-criadores, Mark McCorkle e Robert Schooley, dupla que também assina a produção executiva ao lado de Zanne Devine.

https://www.youtube.com/watch?v=ntY8uKkpIV0

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“Solo: Uma Aventura Star Wars” ganha o seu primeiro teaser trailer

Quem também aproveitou um pedacinho dos minutos mais caros da televisão americana foi a Lucasfilm, que chegou para enfim, divulgar o primeiro teaser trailer de “Solo: Uma Aventura Star Wars”. O corte de quarenta e cinco segundos já aguça a nossa curiosidade mas o trailer completo, com mais detalhes e cenas inéditas será divulgado amanhã (5).

O segundo longa spin-off da história central da franquia Star Wars começou a ser dirigido por Phil Lord e Christopher Miller, mas antes mesmo do final das gravações eles foram substituídos por Ron Howard, que fez refilmagens consideráveis do material.

Alden Ehrenreich será responsável por interpretar a versão mais nova do personagem eternizado por Harrison Ford, Woody Harrelson será o mentor do protagonista enquanto Donald Glover viverá Lando Calrissian. Emilia Clarke, Thandie Newton e Phoebe Waller-Bridge completam o elenco.

A estreia está prevista para o dia 25 de maio.

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